JUNIOR FRANCO, carioca, 48 anos.
Pós-graduado em Fotografia tem experiência em Artes Visuais com ênfase na Fotografia Experimental.
Sua pesquisa está relacionada aos atravessamentos imagéticos e artísticos no corpo através de projeção digital de arte generativa e também em processos históricos da fotografia tais como: cianotipia, lumen print e revelação com processos alternativos (cafenol, chá preto, vinho, etc) . Integrante da coleção Joaquim Paiva de fotografia brasileira contemporânea, incorporada ao acervo do MAM-RJ. Suas imagens sobre as celebrações das religiões de matrizes africanas fazem parte do acervo do Centro de Preservação Cultural da USP (Universidade de São Paulo). Vencedor do 7º Salão de Artes Visuais de Niterói 2019, contemplado no Prêmio Funarte RespirArte 2020 e no Prêmio Érika Ferreira de Criação e Desenvolvimento 2020.
No campo do teatro já participou de 04 espetáculos (Ultraviolence, Babel, Dogma e Oxigênio) com a Companhia BAK Artes Performativas, colaborando como integrante do núcleo de criação e também como fotógrafo still. Na área da música, foi Diretor Geral do videoclipe "Nua" e responsável pelos efeitos visuais no videoclipe "Feminino", ambos do artista Rodrigo Auad. Trabalhou também nos efeitos visuais do clipe "Release-me" da artista Laura Zennet.